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Sementes Piratas: uma economia que não compensa

Uso de sementes ilegais e de procedência desconhecida implica em prejuízos ao agricultor

A compra de sementes ilegais pelo agricultor geralmente acontece por falta de conhecimento, facilidade de acesso e/ou redução nos custos de produção. Mas como essas sementes piratas não atendem os critérios necessários para garantir uma boa produtividade, a escolha acaba resultando em prejuízos.

“Os riscos fitossanitários são altos. Sem conhecer a procedência, o produtor pode acabar plantando uma cultivar diferente da que lhe foi vendida”, diz o secretário executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Sementes de Soja (Abrass), Leonardo Machado.

Para combater o problema, a principal recomendação ao agricultor é optar por sementes de qualidade e de procedência conhecida. O AGRICULTOR DEVE TRATAR A SEMENTE COMO UM IMPORTANTE INVESTIMENTO.



O custo de sementes piratas pode parecer mais baixo em um primeiro momento, porém a conta chega no final, com uma safra que pode estar comprometida por pragas e doenças, baixa produção, perda de qualidade e mercado. O custo de produção aumenta pois exigi-se mais entradas de defensivos na lavoura, maior quantidade de manejo e mão de obra.

IMPACTOS

A pirataria de sementes também reduz o incentivo à pesquisa para o desenvolvimento de novas cultivares e tecnologias. Com menos investimentos, os avanços produtivos da agricultura podem ser reduzidos a cada safra. “Temos nos empenhado para cobrar uma legislação mais rígida. Se o índice de pirataria continuar crescendo, as empresas não terão estímulo para investir em pesquisas no Brasil”, diz Machado, da Abrass.

A associação apoia ainda outras medidas, como criar programas de educação e esclarecimento sobre os malefícios da pirataria, com mais informações ao produtor.

Para escolher o híbrido com maior segurança, o produtor deve pesquisar e dar preferência a revendas credenciadas ou grandes empresas consolidadas no mercado.

AO COMPRAR A SUA SEMENTE, EXIJA O TERMO DE CONFORMIDADE ASSINADO POR RESPONSÁVEL TÉCNICO.

Fonte: Assessoria de Imprensa