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Adubação biológica com Microgeo em cana, contribui para preservação do solo

A incorporação contínua da Adubação Biológica às práticas de cultivo prova que é possível aumentar a produtividade e a lucratividade agrícola de forma sustentável. Os resultados colhidos no campo comprovam o funcionamento desse manejo, especialmente na cultura de cana-de-açúcar, em que o uso do adubo biológico produzido com Microgeo auxilia em ganhos que foram refletidos em aspectos como: estrutura e descompactação do solo, desenvolvimento radicular e da parte aérea vegetal, estande e produtividade.

Nas áreas de cana-de-açúcar pesquisadas, as aplicações do adubo biológico produzido com Microgeo foram realizadas em dosagens e em épocas diferentes. Na cana planta, as aplicações aconteceram nas fases de plantio, com 100 litros/hectare (L/ha) no sulco, e na brotação, com 200 L/ha até o fechamento do canavial. Nesse caso, o adubo biológico produzido com Microgeo foi utilizado nas aplicações de herbicida, substituindo a água. Na cana soca, foi realizada uma aplicação de 300 L/ha, logo após a colheita.



Como exemplo, dados obtidos na fazenda Lagoa Seca, em Lençóis Paulista (SP), mostraram que a adubação biológica com Microgeo aumentou em 67% o enraizamento da cana, em comparação à área sem Microgeo (Testemunha). Mas não para por aí. Resultados gerais de três locais, entre Minhas Gerais e Goiás, na safra de 2019, mostraram um ganho médio de 9% toneladas de Cana por Hectare (TCH) após dois anos de uso.

“Esses ganhos foram possíveis, pois, ao restabelecer o conjunto de micro-organismos que vive e interage com as plantas e solo, a adubação biológica com uso de Microgeo promove benefícios que atuam no condicionamentodas propriedades físicas, químicas e biológicas do solo”, explica o Gerente da Divisão de Vendas da Microgeo, Herbert del Petri.

Além disso, os resultados obtidos a partir do Adubo Biológico estão alinhados com Política Nacional dos Biocombustíveis (RenovaBio), que traça uma estratégia conjunta para a segurança energética e a redução de emissões de gases causadores do efeito estufa ao longo da cadeia de produção de biocombustíveis. “O Microgeo pode contribuir muito neste sentido, por meio de um processo produtivo mais eficiente e sustentável, que favorece a redução de emissões de carbono”, resume Petri.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), o Renovabio cria um mercado de crédito de carbono e metas definidas para a execução dele, tendo em vista o volume produzido de combustíveis fósseis. Cada distribuidor será obrigado a compensar as emissões desses fósseis, comprando CBIOS (Certificados de Descarbonização) nesse novo mercado.

Os CBIOs podem ser explicados em três etapas, segundo o MME. A primeira etapa diz respeito à acreditação dos produtores de biocombustíveis, que será realizada por firmas inspetoras. Essas firmas terão a função de certificar a produção eficiente de biocombustíveis de produtores interessados em aderir ao Programa. A segunda etapa trata das metas de redução de gases de efeito estufa (GEE) e serão definidas pelo Conselho Nacional de Politica Energética (CNPE) e trarão a previsibilidade mínima de 10 anos. A última etapa, que ainda está em desenvolvimento, contempla a parte financeira ou do ambiente de negociação dos CBIOs em bolsa de valores.

Como funciona o Microgeo?

O Adubo Biológico, produzido com Microgeo, restabelece o microbioma do solo – isto é, restabelece um conjunto de micro-organismos que vivem e interagem com as plantas e solo. Produzido na propriedade rural pelo próprio agricultor, com total suporte dos técnicos da empresa, o Adubo Biológico age desta forma por ser constituído de alta biodiversidade de micro-organismos exclusivos e adaptados ao local de uso, bem como por nutrientes que favorecem a atividade microbiana nativa do solo, como bactérias, protozoários e fungos micorrízicos.

Como os micro-organismos e nutrientes desse Adubo Biológico são exclusivos da localidade, ao restabelecer a biodiversidade microbiana do solo e estimular seu microbioma, promove benefícios que atuam no condicionamento das propriedades físicas, químicas e biológicas do solo, seja para agricultura, pecuária ou reflorestamento.

Pode ser aplicado via pulverização, fertirrigação, em qualquer temperatura, luminosidade ou mesmo umidade, em conjunto com defensivos químicos, fertilizantes, herbicidas, biológicos, insumos foliares e vinhaça.


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Fonte: Cultivar