Sábado, 17 de Novembro de 2018
Agricultura
Soja: confira 16 dicas sobre calagem, adubação e inoculação
01/11/2018
Faltando ainda mais da metade da área de 36,3 milhões de hectares, para para ser plantada com soja no país, a Embrapa preparou, a pedido do Projeto Soja Brasil, um manual completo com dicas para garantir uma boa safra. A ideia é trazer dicas para que o sojicultor se prepare e consiga ter uma temporada ainda melhor que as anteriores.

Veja abaixo os 16 dicas:

1 – Previamente à semeadura da nova safra de soja proceder à análise química do solo para conhecer suas necessidades nutricionais. Coletar várias amostras a 20 cm de profundidade, em vários pontos do talhão, mistura-las e retirar a amostra que será encaminhada para análise em laboratório credenciado.

2 – Adubar a lavoura obedecendo as indicações da análise química do solo.

3 – Disponibilizar o fertilizante no sulco de plantio seria o mais recomendado, mas muitos produtores preferem aplicá-lo a lanço por ser menos trabalhoso, mas demanda maiores quantidades.

4 – Atentar para a necessidade de outros nutrientes apontado pela análise do solo, além dos tradicionais P e K.

5 – Reforçar a quantidade de fertilizante, na eventualidade de o produtor buscar produtividades mais elevadas.

6 – A diagnose foliar permite conhecer as deficiências nutricionais das plantas em desenvolvimento.

7 – O Nitrogênio será fornecido gratuita e integralmente pelo N biológico captado do ar atmosférico, via Fixação Biológica (FBN) realizado por bactérias específicas (Rizóbios).

8 – Cuidado com inoculantes vencidos, mal armazenados ou de má procedência (registro no MAPA). Podem não conter bactérias vivas.

9 – Quando a inoculação é feita na propriedade, realiza-la à sombra e semear imediatamente. Evitar contato direto da semente inoculada com o sol.

10 – Mesmo cientes da existência de rizóbios no solo é aconselhável repetir a inoculação anualmente, dado o seu baixo custo e os altos retornos em contraste com o custo do N mineral.

11 – Estima-se economia de R$ 20 bilhões anuais no Brasil com o uso do inoculante biológico, no lugar do fertilizante nitrogenado.

12 – É errado acreditar ser necessário utilizar pequenas doses de N mineral ao inoculante, porque a inoculação não seria suficiente para a obtenção de altas produtividades (5 t/ha, por exemplo).

13 – É verdade que a adição um pouco de fertilizante nitrogenado mineral acelera o desenvolvimento inicial e deixa as folhas mais escuras, mas não acrescenta rendimento. Portanto, é inútil.

14 – Além da inoculação com rizóbios, coinocular com Azospirillum, uma bactéria promotora do crescimento das raízes.

15 – Assegurar-se de que o inoculante adquirido é de boa procedência e está válido e ativo. Ter muito cuidado sobre a exposição das sementes inoculadas ao sol.

16 – Evitar guardar o inoculante de um ano para o outro.
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