Segunda-Feira, 24 de Setembro de 2018
Pecuária
Produção de capim aumenta em mais de quatro vezes com uso de novo defensivo
10/09/2018
A alta luminosidade, umidade do ar e fertilidade do solo, todas características da Região Norte do Brasil, formam um ambiente propício para a produção agropecuária, mas também para as plantas daninhas que infestam as pastagens da pecuária de corte.

“Quando une essa alta luminosidade, alta umidade e solo fértil durante o dia inteiro, 365 dias ao ano, essas plantas adaptadas da região se desenvolvem com muita facilidade, muita rapidez. De um ano para o outro, elas se desenvolvem assustadoramente, cobrindo as pastagens, sombreando e prejudicando a produção animal”, disse ao Giro do Boi desta segunda, 10, o engenheiro agrônomo Reginaldo Farias Souza, pesquisador da Corteva Agriscience, a divisão agrícola DowDuPont.

Por isso, o produtor da região está constantemente preocupado em fazer o controle das plantas daninhas que competem com a sua principal fonte de alimentação para o gado, como o cipó mucunã, a farinha seca, murta, quina e mutamba.

É para o combate a este tipo de plantas que foi lançado oficialmente na última terça, dia 04, a linha XT, um defensivo cuja formulação combina uma série de princípios ativos sinérgicos para o controle foliar das chamadas “plantas duras”. A nova tecnologia XT pode ser aplicada por bomba costal, manual ou motorizada, avião, helicóptero ou trator. O produto tem ainda o diferencial de ser classificado como “faixa verde” pela Anvisa, (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), sendo que de quatro faixas de classificação estabelecidas pela agência para produtos da categoria, a nova linha foi enquadrada no menor nível de impactos para os aplicadores e para o meio ambiente.

Na cidade paraense de São Domingos do Araguaia, região metropolitana de Marabá, no Pará, o produto foi testado na Fazenda Nova Canaã, propriedade do pecuarista Ederli da Silva. Após a aplicação, foi verificada a produção de matéria verde por metro quadrado de pastagens, em que foi detectado que nas áreas não controladas, a produção foi 1,4 kg de massa verde por m². Já nas áreas tratadas, a produção chegou a 5,8 kg de massa por m².

“Umas das maiores dificuldades para nós é a mão de obra porque a gente treina os funcionários para fazer (as aplicações), eles ficam pouco tempo e logo vão embora, então o técnico tem que vir e ensinar de novo. […] Agora com esse novo produto eu creio que o trabalho com a mão de obra vai facilitar em 90%”, projetou Ederli.
FONTE: Giro do Boi
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