Sábado, 21 de Julho de 2018
Pesquisa e Desenvolvimento
Sementes artificiais de cana estão no forno e devem ser lançadas num futuro próximo
12/07/2018
Além de maior produtividade, o Plene Emerald proporcionará maior rendimento e diminuição de custos.

Uma das tecnologias mais aguardadas pelo setor canavieiro nacional é as sementes de cana-de-açúcar. O sonho do segmento é plantar cana como se planta grãos. A espera parece estar chegando ao fim. O Plene Emerald, tecnologia de sementes artificiais de cana da Syngenta, está no forno e próximo de ser lançado. Diversos canaviais de testes já foram implantados e os resultados não poderiam ser mais animadores.

E quem passou pela Estação do Conhecimento da Syngenta, em Itápolis, SP, pôde ver de perto essa tecnologia. Além das unidades que vão para o campo, foi possível conferir a semente recém-brotada e duas touceiras – uma com 60 dias e, outra, com 90.

O Plene Emerald é um propágulo vegetativo recoberto de cera. Dentro desse invólucro, existem gemas suficientes e aptas para emergir novas plantas. O material que recobre a semente a protegerá de qualquer batida ou desidratação. Além disso, ele será revestido de defensivos que darão maior vigor a planta. Outra característica da tecnologia é sua alta vida útil, podendo ser armazenado por até seis meses, em temperatura de 12°C.

Um dos principais benefícios dessa tecnologia é o de colocar fim aos viveiros, pois as sementes artificiais poderão ser plantadas diretamente para fins comerciais, o que aumentará em cerca de 30% a produção das usinas e dos fornecedores. Isso sem falar no aumento de produtividade, já que o Plene Emerald será fabricado nas biofábricas da Syngenta e trará a mesma sanidade, vigor e rastreabilidade encontrados no Plene PB.

Além de maior produtividade, o Plene Emerald proporcionará maior rendimento e diminuição de custos, já que o processo de plantio irá demandar uma quantidade bem menor de equipamentos e poderá ser feito de forma muito mais rápida.

Estima-se, por exemplo, que a quantidade de caminhões necessários para o plantio irá cair de 30 para apenas um. Já as colhedoras serão extintas da operação, devido ao fato de que não será mais preciso colher mudas. A quantidade de pessoas envolvidas será reduzida de 125 para 13, enquanto que o número de plantadoras será reduzido pela metade, de nove para quatro, e o de tratores, de 21 para cinco.
Que esse futuro idealizado não demore para chegar.
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FONTE: Cana Online
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